Aufstand der Landlosen in Brasilienby - 11.06.2006 13:40
Tausende von LandarbeiterInnen werden von Großgrundbesitzern wie SklavInnen gehalten. Nun beginnen die Entrechteten sich zu wehren. Bereits seit Jahrzehnten ist die MST (Movimento dos sem terra) für die Rechte der landlosen Bauern und Bäuerinnen aktiv. Die MLST wurde 1997 von MST-DissidentInnen gegründet.
MLST-Anführer Bruno Maranhão und 400 AktivistInnen wurden nach Berichten bei der Aktion am 6.6. verhaftet. Es habe sich zunächst um eine "friedliche Bewegung" gehandelt, sagte Bruno Maranhao, am Dienstag in der Hauptstadt Brasilia. "Aber die Polizei hat uns angegriffen, wir mussten reagieren." 23 Einsatzkräfte wurden verletzt. Bis auf rund 70 Personen wurden die meisten Beteiligten wieder frei gelassen. Im April 2005 hatte die MLST erstmals mit der Besetzung des Finanzministeriums für Schlagzeilen gesorgt. Opposition und auch VertreterInnen von Kleinbäuerinnen und -bauern beklagen, dass der seit 2003 amtierende Staatschef Luiz Inacio "Lula" da Silva die Agrarreform kaum vorangebracht habe. Allein die MST vertritt nach eigenen Angaben vier Millionen Familien von Landlosen. Der Landkonflikt hat in Brasilien seit der Rückkehr zur Demokratie 1985 mehr als 1200 Menschenleben gefordert. 20 Prozent der Bevölkerung besitzen 90 Prozent des Bodens. Dagegen verfügen die ärmsten 40 Prozent nur über ein Prozent des Landes. siehe auch: http://www.spiegel.de/politik/ausland/0,1518,419965,00.html
06/06/2006 - 15h23 Integrantes do MLST invadem Câmara dos Deputados Andreza Matais da Folha Online, em Brasília Cerca de 700 integrantes do MLST (Movimento de Libertação dos Sem Terra) invadiram nesta terça-feira as dependências da Câmara dos Deputados, em Brasília. Eles quebraram, com pedaços de pau, as portas de vidro da entrada do Anexo 2, que fica próximo às comissões, até o Salão Verde, que fica ao lado do plenário da Casa. No local, teria um sorteio da Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados e os manifestantes pegaram o carro que seria sorteado e o lançaram contra o vidro da Câmara. Já nas dependências da Casa, os sem-terra pegaram uma estátua do ex-governador Mário Covas e atiraram longe. Vários pedaços de pau foram recolhidos pela segurança da Câmara, que não conseguiu conter os manifestantes. Segundo o movimento, o quebra-quebra aconteceu porque eles foram proibidos de entrar na Câmara. Eles cobram a destinação de terras pelo governo para a reforma agrária. http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u79282.shtml
06/06/2006 Saiba mais sobre o MLST, o movimento de sem terra que invadiu o Congresso da Folha Online O MLST (Movimento de Libertação dos Sem Terra), que ocupou hoje a Congresso Nacional, é uma dissidência do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) criada em 1997. É considerado como o segundo maior grupo de trabalhadores sem-terra, atrás somente do MST, com presença em cerca de nove Estados. O movimento chamou a atenção nos últimos anos por pelo menos dois episódios: a invasão do Ministério da Fazenda, em abril do ano passado, por cerca de 1.200 integrantes, que ocuparam por cerca de seis horas o edifício na capital federal. E em 2004, a visita ao Palácio do Planalto. Naquele ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocou polêmica ao usar o boné do movimento, após duas horas de reunião com integrantes desse grupo, que recebeu naquele ano R$ 9 milhões do governo federal. Em 2003, Lula tinha participado de polêmica semelhante ao usar o boné do MST. O MST e o MLST não se "bicam" e já entraram em choque no ano passado, quando ocuparam a mesma fazenda, em Alagoas. Os dois grupos disputaram a invasão da fazenda Riachão, que pertence à falida Usina Agrisa e que estava invadida pelo MLST desde outubro de 2004. Houve um confronto entre 80 famílias do MST e 80 famílias do MLST, que acabou com um sem-terra ferido por um tiro. O MLST tem protestado contra a redução de verbas para a reforma agrária no orçamento público. Na invasão do Ministério da Fazenda, os integrantes criticaram o contingenciamento de R$ 2 bilhões para a reforma agrária. "Com essa medida [o contingenciamento], [o então ministro da Fazenda] Palocci pode virar o inimigo número 1 da reforma agrária em menos de um mês", disse na ocasião o líder do grupo, o pernambucano Bruno Maranhão. "A decisão do corte é um golpe mortal na reforma agrária", afirmou. Agencia Brasil: http://www.radiobras.gov.br/materia_i_2004.php?materia=267174&q=1&editoria=
Protesters invade Congress building Iolando Lourenço, Raquel Mariano and Rodrigo Savazoni Agência Brasil Brasília - Members of the Movement for Liberation of the Landless (Movimento de Libertação dos Sem Terra) (MLST), a splinter group that broke off from the Landless Rural Worker Movement (MST), claim that they were met aggressively by guards when they attempted to enter the Congress building (Congresso Nacional) yesterday. As a result the building was invaded violently and there was a lot of material damage, with 20 injured people treated at the Chamber of Deputies first aid station. Reports are that 18 of the injured were security guards and two were protesters (sem-terra). The most serious injury was sustained by the coordinator of Logistic Support at the Department of the Legislative Police (Apoio Logístico do Departamento de Polícia Legislativa), Normando Fernandes, who had a grave head injury and remains in hospital. The president of the Chamber of Deputies, Aldo Rebelo (PCdoB-SP) ordered the demonstrators arrested. Meanwhile, one of the MLST leaders, Marcos Praxedes, declared that the group wanted to present a list of grievances but were barred by security guards. He said the violence began when guards attacked the MLST protesters. "They came after us and we just defended ourselves," he declared. It is estimated that as many as 700 demonstrators entered the Congress building at the Annex 2 entrance where they broke through a glass door. Translation: Allen Bennett Agencia Brasil: Radiobras: http://internacional.radiobras.gov.br/ingles/materia_i_2004.php?materia=266816&editoria=PO
07/06/2006 |